Portuguese subtitles avaible The Human Centipede* (First Sequence) est un film d’horreur néerlandais écrit, produit et réalisé par Tom Six, sorti en 2009. Le film …
Olá!
Podia dizer-me como faço
para chegar a um clube
nocturno chamado "Bunker"?
Sim, "Bunker".
Como é que eu chego lá?
É a Amy!
Olá, querida!
Como estás?
Temos tantas saudades tuas!
Sim, queríamos que tu
estivesses aqui connosco.
E esse lugar é muito longe?
Não, estamos na Alemanha.
E vamos para a Itália
daqui a dois dias.
Está bem, obrigado!
Diz-lhe sobre o presente que
lhe compramos na Holanda.
Sim, compramos um
presente para ti.
Não, não podemos dizer o que é.
É surpresa.
Outra coisa, conhecemos
um tipo alemão fofinho.
Bem, a Jenny acha-o fofinho.
Ele convidou-nos para uma
festa hoje à noite, então…
Nós vamos.
Nós temos que ir.
Falamos contigo depois.
Estamos com saudades.
Adeus, Amy!
Beijos!
Adeus, querida!
Acho que temos
devíamos ter virado.
Virado?
Pensei que sabias mesmo
para onde estávamos a ir.
Vamos para a esquerda
ou para a direita?
Desculpa, não
sei onde estamos.
O que foi isto?
Não faço ideia.
Deves ter passado por cima
de um buraco ou algo assim.
Temos que sair do carro
e dar uma vista de olhos.
Merda!
Merda!
Porquê?
Ai, meu Deus!
Vamos ligar para o serviço de
alguer do carro. Pega nos papéis.
Está bem.
219-200-806.
O quê?
Não há rede.
O quê?
Não há rede!
Há sempre rede.
Não aqui, no meio do nada.
Ai, meu Deus!
Merda!
Deus!
Merda!
Ai, meu Deus!
Vamos voltar para dentro do carro.
O que vamos fazer agora?
Eu não sei.
Sabes mudar um pneu?
– Não, eu não sei como trocar um pneu.
– Nem eu.
O que devíamos fazer? Sair e ir a pé
e encontrar uma casa ou uma pessoa?
Eu não vou sair e andar por aí a pé.
Então vamos ficar aqui
até amanhecer?
Estou de tações e de calções.
Não vou sair do carro.
Isso são luzes do
farol de um carro?
Abre o vidro.
O quê? Estás a brincar?
Não vou abrir a janela.
Abre o vidro, eles
podem ajudar-nos.
O que se passa, meninas?
Nós precisamos de ajuda.
Temos um pneu furado.
Eu conheço-vos. Tenho um vídeo
pornográfico vosso lá em casa.
Não, nós falamos inglês.
Pode ajudar-nos?
Vocês estão sempre molhadas
no meio das pernas, certo?
Eu não sei o que
dizer em alemão.
Pode chamar alguém?
Vou foder-vos bem e de força.
Gostam disso?
"Ficken" procura no dicionário.
Um momento.
"Foder".
Ele disse: "foder".
– Certo, adeus.
– Fecha os vidros.
– Desculpa.
– Eu disse-te!
A tua porta está trancada?
Sim, a minha porta está trancada.
Porque ele ainda está
a olhar para nós?
– Não olhes para ele.
– Não estou a olhar.
Só quero sair daqui.
Ai, meu Deus!
Precisamos de ir,
precisamos de sair daqui.
Precisamos andar e encontrar um
lugar ou alguém para nos ajudar.
– Certo, mas..
– Nós precisamos de ir…
Mas se não encontrarmos um sitío
em 10 minutos voltamos para o carro.
Nós viemos…
Nós viemos dali, eu juro.
Como é que sabes?
As árvores são todas parecidas.
Sair do carro foi a pior ideia.
Íamos esperar horas, Jenny.
Íamos esperar, mas não
neste frio de rachar.
Nós precisamos de
encontrar ajuda, Jenny.
Onde é que vamos encontrar
ajuda aqui, Lindsay?
Concordaste em vir, a
culpa não é só minha.
Eu não ia ficar
sozinha no carro.
Nós só estamos um
pouco perdidas, certo?
– Um pouco perdidas?
– A sério? Um pouco?
Nós estamos
totalmente perdidas!
Sabes uma coisa?
Eu não vou andar mais.
Estou cansada de andar.
– Jenny, eu estou a tentar.
– A tentar o quê?
Lindsay, nós estamos a
andar à quase uma hora.
Estou cansada e com frio.
Não vou andar mais!
– Pára!
– Não vou andar mais. Não!
Certo.
Certo.
Como queiras.
Ficamos aqui paradas.
O que é aquilo?
Meu Deus!
Aquilo é uma casa?
Jenny!
Vê!
Acho que é uma casa, eu juro.
Tem luz ou algo do género, vamos lá!
Rápido!
Por alguma razão eu
não acredito em ti.
Graças a Deus!
Vamos lá.
OS MEUS QUERIDOS 3 CÃES
Olá!
Está alguém em casa?
Tenta a porta da frente.
Estou a ir.
Olá!
Lindsay, vem cá.
Há uma porta.
– Ai, meu Deus!
– O que foi?
– Está uma escuridão.
– Eu sei.
Eu não gosto do escuro.
Eu sei, vamos.
Olá?
Está alguém em casa?
– Toca à campainha.
– Vês alguém?
Olá!
– Olá!
– Olá!
O pneu do nosso carro furou.
Podemos entrar?
Podemos usar o seu telefone,
para chamar o reboque?
Vocês estão sozinhas?
Sim.
Estamos sozinhas.
Entrem.
Sentem-se, por favor.
Vocês são turistas?
– Estamos a fazer uma viagem de carro…
– Férias na Europa.
Somos de Nova Iorque.
Podia ligar para a
assistência rodoviária?
Para nós?
Vocês são parentes?
Não, nós somos amigas.
Tudo bem.
Vou fazer a chamada.
Obrigada.
Querem beber algo?
– Sim, água.
– Apenas água.
Estou? Fala o Doutor Helter.
Desculpe-me ligar tão tarde,
mas estou com duas nova iorquinas
com problemas no carro.
Ele está a ligar para a
empresa do carro para nós.
Está óptimo.
Sim, muito obrigado. Adeus!
Aqui está.
– Água.
– Obrigada.
Chegam em meia hora…
no máximo.
Tem uma casa adorável.
Mora aqui com a sua esposa?
Não…
eu não gosto de
seres humanos.
Merda! Tem cuidado,
sua vaca estúpida.
Desculpe lá.
Passa-se algo com os
teus olhos? Estúpida!
Vou trazer outro copo.
Não, não há problema.
Nós podemos partilhar.
Vou trazer uma toalha.
O que acabou de acontecer?
Eu não sei.
Precisamos de sair
daqui, agora mesmo.
Está bem.
Isso está a pôr-me maluca.
Nós só precisamos de chamar
um táxi para voltar ao hotel.
– Vamos buscar o carro de manhã.
– Está bem.
Estou muito cansada.
Ouça, podia chamar um táxi
para voltarmos ao hotel?
Não, não vou fazer mais chamadas.
Então, posso ligar eu mesma?
Não.
– Estou cansada.
– O quê?
Estou cansada.
Qual o problema?
Olha para mim.
– Boa noite, cinderela.
– O quê?
– Rohypnol.
– Ai, meu Deus! O quê?
Causa tontura, desorientação e
perda de memória.
O quê? Está a brincar?
O que fez?
Jenny!
Ai, meu Deus!
O que é isso?
Ai, meu Deus!
Não! Não!
Jenny!
Jenny!
Jenny!
Jenny, acorda!
Jenny!
Ai, meu Deus!
Jenny.
Lindsay!
Jenny.
O que está a acontecer?
O que está a fazer?
O que é isso?
Mas que caralho nos
está a fazer?
O que está a fazer?
Jenny.
Solte-nos!
Meu amigo.
Tu não és compatível.
Vou ter que te matar.
Não leves isto para
o lado pessoal.
O que é isso?
O que lhe está a fazer?
O que é isso?
Pare com isso!
Jenny.
Quem caralho é você?
O que é isso?
Desamarre-me, caralho.
O que está a fazer?
Desamarre-me.
Por favor.
Quem diabos é você?
O que está a fazer?
Vai ficar tudo bem.
Os japoneses possuem uma
força incrível quando ameaçados.
Os japoneses possuem uma força
incrível quando ameaçados.
Eu sou o doutor Joseph Helter.
Você é um tipo perturbado.
Reformado, mas ainda sou
conhecido como o melhor
cirurgião separador
de gémeos siameses.
Você é um nazi desgraçado.
Vou apanhá-lo, seu alemão maluco.
À 6 meses.
Eu projectei uma cirurgia nunca vista,
não mais separando, mas a criar.
Transformei os meus três
rottweilers num belíssimo
"três cães num".
As boas notícias:
Os tecidos combinam.
Vou explicar-vos esta…
espectacular,
cirurgia, somente uma vez.
Começaremos, a cortar o
tendão da patela.
Os tendões do joelho.
Então, estender o joelho…
já não vai ser possível.
Retirar das amostras B e C
os dentes incisivos centrais,
incisos laterais e caninos.
Das mandíbulas superior
e inferior.
Feche a matraca e solte-me.
Os lábios de B e C,
e ânus de A e B.
São cortados de forma circular,
entre a pele e as mucosas.
Na área de contenção da mucosa.
Serão preparados dois
exertos de pele
e erguidos a partir
do tecido ao redor.
A forma das incisões,
sob o queixo do B e C,
até às suas bochechas.
Para ligar as peças circulares
da mucosa e da pele
ao ânus e boca.
De A para B,
e de B para C.
Ligando…
os enxertos de pele às incisões
do queixo até as bochechas.
Sobre o quê está para
aí a tagarelar?
– De A para B e de B para C…
– Você acha que vai se safar disso?
Criando…
os trigêmeos siameses.
Ligdos…
através do trato digestivo.
A ingestão feita por A,
passando através de B
e excretado por C.
A centopéia humana.
A primeira sequência.
Aqui está o seu café.
Espere um pouco.
Protocolo para anestesia geral.
Por favor, pare.
Lindsay!
Jenny!
Lindsay!
Eu quero a minha mãe.
Passaste-te?
Anda cá!
Abre a porta.
Por favor!
Pare!
Porque está a fazer isto?
Abre!
Precisa de ajuda.
Você é doentio!
"Eu sou doentio!"
Se não abrires a porta agora
eu vou-te cortar os joelhos.
Vou-te arrancar os dentes, um por um,
sem nenhuma anestesia.
A escolha é tua.
Abre a porta!
Abre esta porra!
Pare com isto!
Meu Deus!
Por favor, eu imploro-lhe!
Porque está a fazer isto?
Por favor, deixe a Jenny
e eu irmos embora.
Por favor!
Eu dou-lhe qualquer coisa.
Qualquer coisa,
mas deixe-nos ir.
Não te preocupes!
Esta caçadeira tem tranquilizante
não mexas a cabeça.
Eu não quero acertar
nos teus lindos olhos.
Mate-me!
Um dos meus rottweilers
também tentou fugir…
um pouco antes da cirurgia.
Depois de ter apanhado o cão,
tive que o colocar
na posição do meio.
Nessa posição,
as dores são duas vezes
mais intensas.
Vais-te arrepender
por teres fugido.
Na verdade, estou
agradecido por isso.
Porque agora, já decidi,
tu és a peça do meio!
Apenas mate-me,
eu prefiro morrer.
O jogo acabou.
Merda!
Está sob a cobertura.
Desculpa!
Lamento imenso.
Socorro!
Ah, a minha doce centopéia.
Que bonito.
A cicatrizar bem.
A dor vai acabar já.
É muito doloroso, não é?
Bonito.
Tudo bem.
Melhor, melhor.
Meu líder.
Meu líder.
Ei, pá.
Olá.
Vamos lá, levanta-te.
Tu consegues.
Levanta-te.
Vamos, levanta-te!
levanta-te!
Isso, vira-te.
Vamos lá.
Vamos, levanta-te.
Isso mesmo!
Muito bem.
Consegui!
Que foi?
Você acha que é Deus?
Por favor, acabe com isto.
Pare com isso, pare agora.
Como se atreve a aprisionar-nos?
Seu doido varrido.
Você vai se arrepender.
Seu maldito idiota.
Europeu maluco.
Porra, liberte-nos!
Vai buscar o jornal e traz-mo.
Isso, bom rapaz.
Venha!
Venha!
Traz-me o jornal.
Cachorrinho sapeca.
Venha!
Anda logo, caramba!
Então, vamos pelo menos
andar um pouquinho.
Mas que caralho
está a fazer?
Atenção.
Um, dois, três, quatro.
Morra!
Bom apetite.
É isso que você vai ter.
Não sou a merda do seu cão.
Eu não sou um cão.
Faz-me isso mais uma vez
e eu arrancaro-te os
dentes todos, um por um.
Seu kamikaze.
Queres morder-me?
Agora podes morder-me.
Morde-me a bota.
Morde-me a bota.
Morde-me bota.
O senhor kamikaze está
com medinho hoje.
Queres sair disto?
Como se atreve a
dar-me as costas?
Estou a ordenar.
Vira-te.
Merda, preciso de cagar.
Lamento imenso.
Desculpa.
Isso mesmo!
Alimenta-a.
Vamos, sua puta maldita.
Engole!
Engole.
Alimenta-a.
Puta.
Eu quero dormir.
Preciso de dormir.
Eu não vos cortei as
cordas vocais.
Se vocês não calarem a boca.
Eu corto-as.
Fazendo uma nova cirurgia.
Finalmente, quiseste mexer-te.
Por mim, tudo bem.
Talvez, também podes fugir.
Anda.
Depois de vocês, por favor.
Como se sentem, agora?
Pulsação forte.
Bom.
Prisão de ventre.
Laxantes.
Ainda tenho alguns bons.
Jenny, estás muito doente.
Acho que estás a morrer.
Temos que te substituir.
Socorro!
– Estou?
– Polícia. Queremos falar consigo.
Um segundo.
Ajude-nos! Ajude-nos, por favor!
Estamos na cave.
– Olá.
– Bom dia, Sr. Helter. Polícia.
Este é o meu colega Voller.
Eu sou o detective Kranz.
– Podemos entrar?
– Claro.
– Entrem.
– Obrigado.
Sentem-se.
Como posso ajudar-vos?
Senhor, algumas pessoas
desapareceram.
Encontramos os carros
perto de sua casa.
Talvez possa dizer-nos
mais alguma coisa.
Receio que vieram
ao lugar errado.
Estou tão ocupado ultimamente
com a minha pesquisa,
que raramente saio de casa.
– Vocês querem tomar algo?
– Café.
Não tenho tempo para fazer
café, vou trazer água.
– Sr. Kranz.
– Obrigado.
Sr. Fuller.
Então, digam o que vocês
querem saber?
Você é um cirurgião importante
e não queremos incomodá-lo.
Mas a nossa investigação chegou
a um beco sem saída.
Não queremos ofendê-lo.
Espero que tenham as
vossas razões.
Eu não tenho tempo
nem paciência,
para essas banalidades
sobre pessoas desaparecidas.
– Para que serve esta jaula?
– Podia ir directamente ao assunto?
Uma testemunha
ouviu uma mulher
com sotaque americano
a gritar na sua propriedade.
– Pode explicar isso?
– Claro que não.
Não faço a mínima ideia
sobre o que está a falar.
O sua Mercedes cor de
prata foi visto…
no lugar onde o camião
holandês foi encontrado.
Em que vocês estão pensar?
Acham que está ligado?
Que coragem.
Acabem as vossas bebidas…
e desapareçam da minha casa.
Eu tenho trabalho a fazer.
Beba, vamos lá.
Beba agora.
Beba e seja rápido.
Você insultou-me.
Vai arrepender-se disso.
Vejo-o no tribunal e pode ter
a certeza que vai ser demitido.
As minhas desculpas.
Lamento imenso.
Estou cheio de trabalho,
não tenho dormido o suficiente.
Vou buscar uma toalha.
Socorro!
Estamos na cave.
Josef, não se stresses.
Vai ficar tudo bem.
Encontrei dois substitutos,
fortes e saudáveis.
Então, apreciem
os últimos momentos
com a Jenny como cauda..
Pois quando voltar,
eu vou matá-la sem piedade.
Preparem-se para a nova cirurgia.
Quadrigémeos.
Vejo-vos em breve.
O que há na cave?
Agora está a exagerar.
O que podia ter lá?
O meu laboratório, um pequeno
escritório, uma câmara de tortura.
Está a ser tolo.
– Podemos dar uma vista de olhos?
– Nem pensar.
A minha pesquisa está
fora da sua jurisdição.
– Você tem um mandato de busca?
– Arranjo um em 15 minutos.
Vou perguntar de novo:
O que há na cave?
O que está a fazer é
ilegal, você sabe disso.
Devo chamar a polícia?
Assim que tiverem um mandato,
podem ver o quiserem.
– O que é isso?
– Isso?
É insulina.
Eu tenho diabetes.
Vamos voltar em 20 minutos
com um mandato de busca.
Se quer gastar o dinheiro dos
contribuintes, a decisão é sua.
Vemo-nos em breve.
Vamos lá, temos que sair daqui.
Um, dois. Certo?
Porque estamos neste quarto?
Merda!
Olho por olho.
Dente por dente.
Deus.
Você é Deus?
Só sou um insecto insignificante.
Expulsei os meus pais,
abandonei o meu filho…
reneguei o amor deles e
levei uma vida egoísta.
Como um insecto. Não, a minha
existência é inferior a dos insectos.
Mas…
Mas querido Deus…
foi como eu vivi…
e isso é o meu castigo…
eu quero acreditar
que ainda sou um ser humano.
Ei, miúdas.
Ei, senhor…
Mas que mundo
louco em que vivemos.
Polícia.
Sr. Helter.
Merda!
Voller!
Voller!
Voller!

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